Antes de tudo, um alerta para vegetarianos de plantão! Não comprem pipoca salgada em Curitiba! Eles colocam BACON na pipoca! ECA!!! rsrsrsrs….
Voltando ao blog, estou desejosa hoje de falar sobre uma sensação que tomou meu coração esses dias:
A Gratidão…
Em alguns momentos do meu dia este sentimento tem tomado meu coração de maneira plena. Sabe, desde que cheguei aqui tenho carregado um sentimento de desajustamento, de incômodo, de insegurança, de “falta de chão”, de uma constante sensação de que a qualquer hora “volto para casa”…
Porém, em lapsos de momento, Krishna também tem me proporcionado grandes iluminações, meio que abrindo meus olhos da escuridão dos meus “apegos”.
Primeiro, foi na aula de dança. Entre um exercício e outro, ao me perceber ali naquela sala, com aquelas outras garotas e garotos, aprendendo minuciosamente os segredos da dança, do corpo na dança, no movimento,etc… e estando ali sendo monitorada por uma professora inteligente e sensível, extremamente dedicada e atenciosa, notei que dádiva maravilhosa estava vivendo. Fazendo o que eu amo da melhor maneira possível, recebendo as instruções certas e com total disposição a aprender mais… Enchi-me de total gratidão por aquela oportunidade única. Senti-me lisonjeada por tal dádiva divina.
Mais tarde, neste mesmo dia, veio o segundo sentimento de gratidão. Estava num ensaio vocal do grupo que Brahmarsi está organizando para se apresentar numa fazenda Hare Krishna em São Paulo (eu irei dançar!). Ao ouvir a harmonia das vozes do pequeno grupo, recitando lindos versos em sânscrito que revelam o mais puro e sublime amor por Deus, meu coração se encheu de alegria e novamente agradeci. Estava simplesmente vivendo o que sempre desejei: me dedicar a trabalhar com pessoas voltadas a utilizar tudo o que têm e são no serviço amoroso a Deus.
Por fim, bem mais tarde, já na hora de dormir, tive uma forte crise de cólica à noite, sendo obrigada a passar a madrugada gemendo de dor e fazendo auto-massagens no ventre para ter algum alívio. Porém, em meio a toda a minha agonia, estava Brahmarsi do meu lado, tadinho, sem saber exatamente o que fazer, mas cheio de amor e doçura, tentando falar ou fazer alguma coisa para aliviar minha dor física. Só em olhar para ele e pensar em todos os obstáculos que passamos para estarmos juntos e notar que ele estava ali, sempre tão bem disposto para me ajudar e me proteger, novamente estava eu agradecida, extramamente agradecida e até embaraçada com tanta gratidão que invadia meu coração.
Como se agradece tantas bênçãos? O que fazer com tantas alegrias no coração? Em mim, só há apenas um desejo de compatilhar este sentimento e oferecer as pessoas que me rodeiam um lapso dessa sensação maravilhosa da gratidão.
Aproveito para pedir a vocês para meditar neste sentimento de gratidão. Pensem se há algo que você possa agradecer ainda que seja o mínimo, do mínimo, do mínimo, do mínimo….
É isso… Até a próxima…
er paciência, e a paciência é uma virtude rara. Quando aprendermos a esperar sempre a orientação do Senhor em todas as coisas, seremos fortes, teremos a força que nos levará a ter um andar sempre equilibrado e constante. Muitos de nós estamos sem o poder que tanto desejamos. Mas Deus nos concede pleno poder para cada tarefa que Ele nos dá. Esperar, manter-se fiel à sua orientação, eis o segredo para obtê-lo. E qualquer coisa que sair fora desta linha de obediência é desperdício de tempo e energias. Esperemos vigilantes pela direção de Deus. Uma pessoa que é obrigada a estar quieta, em inatividade forçada, e vê passar diante de si as ondas palpitantes da vida, será que a existência precisa lhe ser um fracasso? Não. A vitória é para ser conseguida em ficar parado: uma espera tranquila. E isto é muitas vezes mais difícil do que correr nos dias em que podemos estar ativos. Requer maior heroísmo ficar ali e esperar, sem perder o ânimo nem a esperança; submeter-se à vontade de Deus; deixar com os outros o trabalho e as honras dele; ficar calmo e confiante, regozijando-se sempre, enquanto a multidão feliz e atarefada avança e vai embora ” 




Perdoe-me os psicólogos, psiquiatras e afins, mas hoje condenarei suas teorias, seus salários e mais ainda, seus pacientes, afinal, porque o queremos?

‘cozinheira’, ‘torcedor’, etc..) surgem infinitos mosaicos do ser que estão em contínua exibição, tais como produtos em vitrines. Se está entre amigos, expõem-se
sentimos um tanto perplexos, às vezes tristes, às vezes desapontados. Mesmo que sejamos os piores dos piores, nosso desejo sempre é de acertar, de satisfazer aos outros ou a nós mesmos. Parece que quando acertamos provamos algo para as pessoas ou podemos sentir o que é sermos amados. Vivemos numa rede complexa, misturada de corações, sentimentos, emoções, vontades nossas, alheias onde ora ou outra estas ligações nos trazem alegria, ora nos trazem tristezas.